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O RELIGIOSO E OS FILHOS SÃO MARGINAIS E IGNORANTES!


Calma! Antes de se ofender ou criticar, leia com atenção, com honestidade e ao final faça uma avaliação de juízo. Sabemos o quanto o povo do axé, não tem muito interesse e o constume de ler, infelizmente a cultura é ver manchete e sai reclamando.


Leia! Com certeza vai entender a nossa afirmação e quem sabe crie uma consciência participativa, se tornando um religioso ou simpatizante, que escolheu sair da condição de marginal e vítima da própria ignorância, para um religioso ou simpatizante atento as questões apresentadas, passando a fazer parte da solução, contra as injustiças sociais.

Então! Vamos lá, me segue e procure entender! A prática religiosa na Umbanda, Jurema ou Candomblé envolve uma série de obrigações sociais e legais, que devem ser cumpridas, tanto pelo sacerdote quanto pelos filhos, simpatizantes e frequentadores da casa.


Não podemos nos limitar a reclamar das dificuldades e injustiças, quando não se busca cumprir com suas obrigações e preferem ficar a margem da lei.

É importante destacar que o religioso não deve apenas possuir conhecimento teológico, mas também estar ciente dos seus direitos e obrigações legais para poder garantir a segurança jurídica das suas atividades. Deve entender que não são despesa, os gastos com sua legalização e toda assessoria que necessita, é obrigação estar legalizado e amparado juridicamente.

Um religioso não pode viver a margem da lei, escondido e com medo, quando pode estar legalizado e amparado não somente pela lei, mas também por uma Associação de classe, que vai lhe dar respaldo e segurança jurídica em suas atividades.


Já passou da hora, de ter consciência participativa e responsabilidade social e buscar sua legalização via credencial religiosa e ter todo respaldo administrativo para ofertar aos seus o que cada um tem de direito.


Dentre as obrigações do sacerdote Umbandista, Juremeiro ou Candomblecista, podemos destacar a necessidade de estar amparado por uma estrutura que possa representá-lo perante os órgãos fiscalizadores. Mais ainda, ofertando ao seu público, os mesmo beneficios que os religiosos de outras denominção ofertam, tipo: certidão decasamento, batizado apoio social e amparo para seus idosos, jovens e adolecentes.


O mais importante é ter sua credencial religiosa, único documento que pode e vai colocá-lo na condição de religioso legalizado.

Além disso, é fundamental que os rituais sejam realizados conforme as normas sanitárias, seguindo as normas de convivência social e de segurança, garantindo a integridade física dos frequentadores e a proteção contra possíveis incidentes ou ações de fiscalização. Já o frequentador de uma casa de Umbanda ou Candomblé também possui um papel fundamental na manutenção e sustentabilidade da casa.


É importante que ele esteja ciente da importância de contribuir financeiramente para a manutenção da casa e dos rituais, além de auxiliar nas atividades cotidianas, como limpeza, organização e ações sociais de amparo aos necesssitados.


O frequentador também deve estar atento às particularidades da casa, como suas normas e tradições, a fim de manter a harmonia e o respeito no ambiente religioso. Infelizmente, ainda é comum encontrarmos religiosos ou casas de Umbanda, Jurema e Candomblé em situação de vulnerabilidade social e jurídica.


Em suma, é importante destacar que a prática religiosa na Umbanda, Jurema e Candomblé devem ser vistas como uma atividade exige responsabilidade social, comprometimento e respeito por parte dos religiosos e seus pratipantes.


Por fim, é importante ressaltar que a prática religiosa na Umbanda, Jurema e Candomblé não deve ser vista apenas como uma questão de crença individual, mas sim como uma atividade social que envolve o coletivo de sua comunidade.


É necessário que todos os envolvidos estejam cientes da importância da sua participação ativa e comprometida para garantir a sustentabilidade e o respeito às tradições e normas da casa. Portanto, cabe a cada um de nós, sacerdotes e frequentadores, assumir responsabilidade social e legal, e lutar por uma sociedade mais justa e inclusiva, onde as diferenças sejam valorizadas e respeitadas.


A Umbanda, Jurema e o Candomblé, assim como outras práticas religiosas, podem ser uma importante ferramenta para alcançarmos esse objetivo, desde que praticadas de forma consciente e responsável. Os que tiveram interesse e deram atenção, com certeza, entenderam a nossa afirmação e se conscientizando, caso seja um Sacerdote ou sacerdotisa, vai buscar a legalização, caso não esteja sendo um filho, simpatizante ou frequentador, que possa nascer em você a consciência participativa e passe a fazer parte da solução.

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